terça-feira, 26 de maio de 2009

Companheiros,

O discurso dos prefeitos municipais de Sergipe é o de que o Município sofreu com a redução do FPM no início do ano. Isso não é mentira, de fato houve uma redução, mas o Governo Lula já resolveu o problema com a edição da Medida Provisória 462 e vai repassar aos municípios a diferença entre o que os municípios receberam em 2008 e o que eles receberam e receberão em 2009, ou seja, ninguém vai receber menos do que o ano passado.

Na medida provisória o Governo Federal vai garantir o pagamento da diferença em prazos bem definidos, regularizando tudo até o mês de julho, quando o governo federal vai pagar o valor até o 15º útil do mês seguinte.

Em anexo, as diferenças de cada mês e, consequentemente, quanto cada município irá receber.

Um forte abraço,

Rodrigo Machado

domingo, 26 de abril de 2009

DIRETORES DO SINTEGRE PARTICIPA DE SEMINARIO SOBRE A CRISE ECONOMICA

A Central Única dos Trabalhadores de Sergipe realiza evento no próximo sábado, expondo verdades e mentiras sobre a crise economica abrindo a programação do Dia do Trabalhador.
O Diretor Presidente do SINTEGRE, Rinaldo Santana e o diretor de finanças, Pedro Silvino participaram do Seminario, Crise economica, Verdades e Mentiras evento esse promovido Pela CUT/SE.
No sábado passado, 25, a Central Única dos Trabalhadores de Sergipe - CUT/SE - promoveu o seminário estadual ‘Crise econômica mundial: verdades e mentiras’. As atividade aconteceram a partir das 8h30, no auditório da CUT/SE, em Aracaju, e fez parte da programação do 1º de Maio. Na ocasião, também foi discutida a programação completa do Dia do Trabalhador. O seminário foi ministrado pelo presidente da Central no Estado, Antônio Carlos da Silva Góis.
Para a Central Única dos Trabalhadores, a solução para o enfretamento à crise e aos efeitos que ela tem causado sobre importantes setores da economia brasileira é a geração de emprego e renda. “Diferentemente do cenário de demissões, redução de salários e flexibilização de direitos que alguns empresários e políticos tentam construir, camuflando como medidas de combate à crise, o que na verdade são formas de aumentar lucros, é preciso gerar mais postos de trabalho e renda para combatermos a crise”, destaca Góis..
Fonte: CUT

segunda-feira, 20 de abril de 2009

SINTEGRE NEGOCIA DIREITOS NEGADOS AOS SERVIDORES E OBTEM EXITO

Os Servidores Públicos Municipais de Monte alegre de Sergipe, apesar de serem agraciados por um Plano de Carreira dos melhores do Estado de Sergipe nunca desfrutaram de todos os direitos existentes no Plano de Carreira, Como: Adicionais; Noturno, Insalubridade, Por Tempo de Serviço, 1/3 (Um terço) do Salário – base ao completar 25 (vinte e cinco) anos de exercício no serviço Publico se homem e aos 20 (vinte) anos se mulher, Revisão e Reajuste salarial na data base estão sendo negados aos Servidores.
Dia 16 de abril, (Quinta – feira), passada às 19 horas na sede da Prefeitura a Comissão de negociação do SINTEGRE, em reunião com o Prefeito Municipal João Vieira de Aragão PMDB e o Controle Interno da Prefeitura, em mesa redonda deu inicio a negociação sobre todas essas e outras pendências.
Na oportunidade o Presidente do SINTEGRE entregou em mãos ao Prefeito um requerimento coletivo, através do mesmo, 23 Servidores, com 25 (vinte e cinco) anos de exercício no Serviço Publico se homem e aos 20 (vinte) anos se mulher estavam requerendo 1/3 (um terço) sobre o salário – base, de Imediato o Prefeito considerou o requerimento e garantiu que no próximo pagamento, ou seja, a partir de abril todos os Servidores que fizer jus receberão o adicional de 1/3 (um terço), conforme a lei. Quanto aos demais itens acima relacionados à negociação continuará, como é o caso da Revisão e Reajuste Salarial, o Prefeito pediu até o dia 25 deste, para fazer um estudo na planilha que o SINTEGRE enviou com proposta de Revisão Salarial, mas garantiu a Comissão, que a Revisão não será de 1 %(Um por Cento), segundo o Prefeito Aragão é um valor insignificante. Conforme a Planilha enviada pelo o SINTEGRE, a Proposta foi o seguinte: Nível I, 11,89%; Nível II, 10%; Do Nível III aos demais, 5%.
No dia seguinte, dia 17 às 19 horas na sede do SINTEGRE em Assembléia estava presente à maioria dos Servidores filiados, todos esperando o resultado da negociação, o Presidente da Comissão o Sr. José Rinaldo de Santana, expôs todos os assuntos discutidos na negociação, conforme a cima mencionado, e todos os presentes concordaram. O Servidor Givan de Jesus Santos, um dos integrantes da Comissão, se manifestou dizendo: Vamos esperar que tudo aconteça como foi acordado.

CONTATO 79 9907 1534

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A DIREÇÃO DO SINDISERVE-CANINDE NA ESPERA

NESTA QUARTA-FEIRA, (15/04), AS 16:00 HORAS, NA SALA DO SETOR JURÍDICO DA PREFEITURA, HAVERÁ REUNIÃO DA COMISSÃO DE NEGOCIAÇÃO DO SINDISERVE-CANINDÉ COM OS REPRESENTANTES DO PREFEITO PARA TRATAR DOS DIREITOS E VANTAGENS DO PLANO DE CARREIRA QUE NÃO ESTÃO SENDO PAGOS AOS SERVIDORES. O SINDISERVE-CANINDÉ ESPERA QUE DESSA VEZ NÃO SEJA ADIADA DE NOVO E NÃO HAJA MAIS ENROLAÇÃO. ESPERA, TAMBÉM, QUE O PREFEITO ORLANDINHO NESTA REUNIÃO ESTEJA PRESENTE E GARANTA O PAGAMENTO DOS DIREITOS DO SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS NESTE MÊS DE ABRIL. POR ISSO, COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS, TODAS E TODOS DE ALERTA MÁXIMA, POIS, SE NÃO SAIRMOS COM RESULTADO FAVORÁVEL, PARA NÓS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE CANINDÉ, DESTA REUNIÃO QUE ACONTECERÁ QUARTA-FEIRA, NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA, (17/04), REALIZAREMOS UM GRANDE ATO PÚBLICO NAS RUAS DE CANINDÉ, COM CONCENTRAÇÃO NO CLUBE ALTEMAR DUTRA A PARTIR DAS 08:00 HORAS DA MANHÃ, ONDE REALIZAREMOS UMA REUNIÃO PRELIMINAR.
A DIREÇÃO DO SINDISERVE-CANINDE
MSN: sindiservecaninde@hotmail.com (Aberto sempre de segunda a sexta das 08:00 as 12:00 para tirar qualquer dúvida)E-mail: sindiservecaninde@hotmail.comTelefone: (79) 3346-1948 / (79) 9936-9120 / (79) 8128-0950

segunda-feira, 30 de março de 2009

CUT REALIZA MANIFESTO EM COMBATE A CRISE

Trabalhadores protestam em Aracaju no Dia Nacional
de Mobilização e dizem que não vão pagar a conta da crise.

Com faixas, cartazes, panfletos e discursos afinados, na manhã de hoje, 30, categorias distintas de trabalhadores saíram ás ruas de Aracaju em grande ato unificado para marcar o Dia Nacional de Mobilização no combate à crise, reafirmando que não vão pagar a conta da crise financeira. A manifestação foi promovida pela Central Única dos Trabalhadores de Sergipe – CUT/SE – e seus sindicatos filiados, demais centrais sindicais e movimentos sociais, e contou ainda com apoio dos deputados federal, Iran Barbosa, e estadual, Ana Lúcia, ambos do Partido dos Trabalhadores.
De acordo com o presidente da CUT em Sergipe, Antônio Carlos da Silva Góis, os empresários e o setor público estão enganados quanto ao trabalhador pagar o pato da dívida. “A crise do capitalismo não é culpa dos trabalhadores e, portanto, não são eles que irão pagar por ela. Chega de sugar o sangue dos trabalhadores e sacrificar seus empregos. Essa conta é dos ricos que exploram e oprimem o trabalhador. São eles que deverão assumir esta responsabilidade”, afirma. O ato teve início às 9h, na praça da Bandeira, de onde os manifestantes saíram em caminhada até o centro da cidade, passando por bancos, órgãos públicos, Câmara de Vereadores, Assembléia Legislativa e Tribunal de Justiça.
O protesto foi encerrado em frente ao banco Bradesco, onde os líderes sindicais e de movimentos populares discursaram, denunciando as atitudes absurdas de gestores, a exemplo do caso de o governador Marcelo Déda, que considera a greve dos professores da rede estadual ilegal e não cumpre a lei do piso salarial da categoria, dos aumentos recentes concedidos pelo prefeito Edvaldo Nogueira ao secretariado municipal, dos juros abusivos do setor financeiro, e chamando assim a atenção da população para a realidade dura e injusta a qual o trabalhador está submetido.
“O Dia Nacional de Mobilização se caracteriza como data na qual trabalhadores de todo o país estão dando uma resposta contundente em defesa da redução dos juros e da jornada de trabalho sem redução de salário, de investimentos na reforma agrária, na geração de empregos, bem como valorização dos salários e garantia de direitos”, frisa Góis.
Entre as representações que participaram dando corpo e voz ao protesto, vale destacar MST, Motu, Sintese, Sindijor, Sindipema, Sindimed, Sacema, bem como agentes de saúde, policiais militares, comerciários, estudantes, mulheres, negros, entre outros.
A representante do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias de Aracaju – Sacema –, Rosilene Silva, diz que a categoria está pedindo apoio também na luta dos agentes comunitários por um salário que lhes é de direito e que até agora não teve jeito de ser viabilizado. “Fizemos uma greve branca recentemente e estamos mantendo os trabalhos a passos lentos para forçar uma negociação com a prefeitura”, explica.Sobre o dia 30
A decisão pelo ato nacional aconteceu no último dia 19 , na sede da Central Única dos Trabalhadores, em São Paulo, numa reunião histórica das centrais sindicais e dos movimentos sociais. De forma unitária, 40 lideranças representantes de 19 entidades nacionais decidiram atuar coletivamente no combate à crise. No dia de hoje também estão acontecendo atos e mobilizações em vários países das Américas, África, Ásia e Europa, denunciando a globalização neoliberal, que fomentou a desregulação dos mercados, as privatizações e a desnacionalização das economias como a responsável pela crise.

sexta-feira, 27 de março de 2009

EDIVALDO NOGUEIRA DÁ REAJUSTE DE 1% A SERVIDOR E 56 % AOS SECRETARIOS


Edvaldo Nogueira dá reajuste de 1% para servidores e 56% para secretários

Desmentindo cálculo anunciado pelo prefeito de Aracaju, dados do Dieese
comprovam que é possível oferecer reajuste entre 8,02% e 13,71%.


Na presença de servidores públicos municipais e da imprensa, o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), anunciou ontem, 26, o reajuste de 1% nos salários dos trabalhadores para este ano. Enganaram-se os que acreditavam que a postura do gestor municipal seria a mesma que ele teve em relação aos secretários e aos vereadores da capital, concedendo reajuste, dos salários já gordos, de 56%.
A justificativa de Edvaldo Nogueira para tal atitude contra os trabalhados é a crise do capitalismo, iniciada nos Estados Unidos. O argumento já não é nem mais a Lei de Responsabilidade Fiscal, mas a crise internacional.
Enquanto agentes comunitários de Saúde e de combate a endemias da Prefeitura de Aracaju, por exemplo, recebem R$ 392,00 de salário real e vão embolsar 1% de reajuste, o secretariado teve vencimento reajustado em 56%. Além disso, foram criados mais cargos em comissão (de secretários-adjuntos) que têm remuneração equivalente a 80% ao do titular. “Que crise é esta afinal?”, questiona a Central Única dos Trabalhadores de Sergipe.
“O mais grave disto tudo é que os dados apresentados pelo prefeito Edvaldo Nogueira não condizem com os dados fornecidos pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos - Dieese -, principalmente quanto à redução na arrecadação. O Dieese assegura que é possível oferecer reajuste aos servidores que pode variar de 8,02% até 13,71%”, explica o presidente da CUT/SE, Antônio Carlos Góis.
De acordo com a presidente do Sindicato dos Profissionais de Ensino do Município de Aracaju - Sindipema -, Maria Elba da Silva Rosa, o mínimo aceitável de reajusto são os 8,02%. Em greve desde o dia 16 de março, a categoria deferiu em assembléia, nesta manhã, pela continuidade da paralisação.
“Tivemos reunião com o prefeito na véspera deste anúncio de reajuste de apenas 1% e nada foi sinalizado sobre isto. Já solicitamos que o prefeito nos apresente os dados da arrecadação do primeiro trimestre e o espelho da folha de pagamento dos professores para, daí sim, avaliarmos e tomarmos nova posição diante da condição estabelecida neste momento”, frisa Maria Elba.
Mais otimista, o presidente do Sindicato dos Médicos - Sindimed -, José Menezes, observa que houve um aumento substancial da semana passada para esta e diz que a categoria está confiante na evolução das negociações.
“De 0% para 1% já é uma melhora. Nós acreditamos que até o final da negociação os médicos serão atendidos, recebendo pelo menos metade do reajuste que os secretários receberam. Para a categoria, 28% de reajuste já será suficiente. Se a crise é para todos, que a cidade também seja para todos”, afirma José Menezes. O presidente do Sindimed ressalta que os médicos do município seguem em greve e reúnem-se novamente em assembléia no próximo dia 1º para, somente então, definir novos rumos da categoria.
FONTE: cut

quinta-feira, 26 de março de 2009

REVISÃO SALARIAL JÁ

O Sintegre aguarda para abril uma reunião com a administração municipal de Monte Alegre para tratar de algumas questões, dentre as quais: direitos aprovados no plano de carreira e que estão sendo negados, negociação salarial dos servidores públicos municipais, uma vez que houve o reajuste federal, e o município não repassou; cumprimento de direitos e benefícios do Plano de Carreira da categoria.
“Todo servidor, ao completar 20 (vinte) anos trabalhados, em exercicio se mulher e 25 (vinte cinco)anos se homem, tem direito a 1/3 de acréscimo sobre o salário base. Aqui no município há, pelo menos, 25 trabalhadores, sofrendo com esta pendência. Ainda em 12 de fevereiro o Sintegre entregou um requerimento coletivo referente a esta questão na prefeitura, mas até hoje não obteve resposta”, finaliza José Rinaldo.

PREFEITO DE SANTANA DE SÃO FRANCISCO NEGA DIREITO DE SERVIDORES

CUT/SE apóia manifestação histórica de trabalhadores em Santana do São Francisco
Protesto do Sindisfran aconteceu porque o prefeito Ricardo Roriz cortou salários dos servidores municipais e não está pagando horas-extras.
Os servidores públicos municipais de Santana do São Francisco, com o apoio da Central Única dos Trabalhadores de Sergipe - CUT/SE - realizaram uma grande passeata ontem, 22, no município de Santana do São Francisco, em protesto contra as medidas arbitrárias tomadas pelo prefeito Ricardo Roriz (PT) que ao assumir a administração municipal, em janeiro de 2009, cortou os salários dos servidores. O ataque aos trabalhadores vai além, uma vez que estes trabalham além da jornada e ao invés de horas-extras recebem ‘gorjetas’.
“Cortar salário, além de ser uma medida arbitrária, é de extrema irresponsabilidade administrativa. O caso já está no Ministério Público que tem cobrado uma solução para o problema”, diz o presidente da CUT/SE, Antônio Carlos da Silva Góis.
Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santana do São Francisco - Sindisfran -, José de Jesus Leite (o Duda), é lamentável a atitude despótica do chefe do Executivo. Ele denuncia ainda que Roriz mora em Aracaju e dirige o município de Santana por telefone. “Ricardo Roriz é um prefeito ausente que passa vários dias sem aparecer na cidade”, afirma.
De acordo com o sindicato, o prefeito também está desprestigiando os filhos da cidade ao distribuir as secretarias e os cargos mais importantes a pessoas de fora de Santana. “Será que aqui em Santana não tem ninguém competente para ajudar a administrar a cidade?”, questiona o trabalhador José Pereira dos Santos.
Encerrado o protesto, o Sindisfran indagou ainda uma questão: por que somente o vereador Carlos Alberto Feitosa compareceu à manifestação, uma vez que todos os outros foram convidados, inclusive os do PT?

Fotos: Divulgação (EM ANEXO)
Legendas
F1- Antônio Carlos Góis e Dudu (presidente e vice-presidente da CUT/SE) participam de protesto dos trabalhadores.
F2- O presidente do Sindisfran, José de Jesus Leite, denuncia atitude despótica do prefeito à comunidade.
F3- Servidores municipais fazem passeata de protesto contra corte de salários e horas não trabalhadas não pagas.
F4- Trabalhadores realizam manifestação histórica no município de Santana do São Francisco.


FONTE: CUT

NOTA PUBLICA

Edvaldo Nogueira quer que os servidores paguem a conta da crise internacional.

Em nota publicada hoje, 25, a Central Única dos Trabalhadores de Sergipe - CUT/SE - torna pública sua indignação para com a atitude do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), em solicitar 45 dias de férias num momento em que diversas categorias do setor público vivem o drama de não terem seus direitos assistidos pela administração.
O que se evidencia, é que, mesmo diante do quadro de insatisfações e reivindicações justas dos trabalhadores, Edvaldo Nogueira deve oferecer zero por cento de reajuste na revisão salarial anual. O chefe do executivo municipal se escora na crise internacional para sair tangencialmente duma situação onde o menos favorecido é o trabalhador.
“Os trabalhadores não vão pagar por esta crise não”, reafirma o presidente da CUT/SE, Antônio Carlos da Silva Góis. No documento, a Central Única dos Trabalhadores de Sergipe lembra que recentemente o prefeito “reajustou os vencimentos do seu secretariado em 56%, criou novas secretarias e cargos, como os de secretários adjuntos, cuja remuneração corresponde a 80% do novo salário do secretário titular”.
A CUT/SE pede que Edvaldo Nogueira “reveja sua posição, mantenha o diálogo com as várias categorias mobilizadas e em greve e utilize o dinheiro público para a valorização dos servidores e do serviço público e não de cargos comissionados”.
Confira a nota na íntegra

Prefeito Edvaldo Nogueira não tire férias agora.
Atenda os trabalhadores!
A administração do prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) mostra a que veio. Quer que os trabalhadores paguem a conta da crise financeira internacional. O prefeito, alegando os efeitos da crise, deve oferecer ZERO por cento de reajuste na Revisão Salarial anual. Ao mesmo tempo, ele tira férias de 45 dias. Antes, porém, reajustou os vencimentos do seu secretariado em 56%, criou novas secretarias e cargos, como os de secretários adjuntos, cuja remuneração corresponde a 80% do novo salário do secretário titular.
Assim, o prefeito promove uma verdadeira farra com o dinheiro público. Tudo para satisfazer interesses e acordos no jogo político-eleitoral. No entanto, manda o conjunto do funcionalismo municipal amargar o congelamento de salários.
Estranha-se o fato de o ‘camarada’, após três meses de mandato na Prefeitura de Aracaju, solicitar à Câmara de Vereadores e conseguir 45 dias de férias para viajem e descanso. Enquanto isso, o trabalhador comum tem apenas o direito a 30 dias de férias após um ano de trabalho. Com os salários que a PMA paga e com reajuste de ZERO por cento, o servidor não poderá gozar férias, muito menos viajar, nem mesmo nas ‘carroças’ caras do transporte coletivo de Aracaju ‘fiscalizadas’ pela SMTT.
Para completar, Edvaldo Nogueira propagandeia que Aracaju é a capital da qualidade de vida. Certamente se refere a sua vida e a do seu secretariado. A Central Única dos Trabalhadores de Sergipe - CUT/SE - lamenta tal atitude, especialmente por ter partido de um representante do Poder Executivo que possui alguma história política ligada aos movimentos sociais e às forças progressistas, de quem se esperaria uma postura mais respeitosa às reivindicações dos trabalhadores. Registramos nossa indignação esperando que o prefeito de Aracaju reveja sua posição, mantenha o diálogo com as várias categorias mobilizadas e em greve e utilize o dinheiro público para a valorização dos servidores e do serviço público e não de cargos comissionados.

ANTÔNIO CARLOS DA SILVA GÓIS
Presidente da CUT/Sergipe
25 de março de 2009

CUT/SE REALIZA MOBILIZAÇÃO NO COMBATE À CRISE

Atividade faz parte de Dia Nacional de Mobilização quando trabalhadores
de todo o Brasil reafirmarão que não vão pagar a conta da crise.

No dia 30 de março (segunda-feira), a Central Única dos Trabalhadores de Sergipe – CUT/SE – e seus sindicatos filiados, conjuntamente com outras centrais sindicais e movimentos sociais, realizam o Dia Nacional de Mobilização no combate à crise. O ato acontece na parte da manhã, com concentração às 8h, na praça da Bandeira, em Aracaju.
Os manifestantes sairão em caminhada até o centro da cidade, passando por bancos, órgãos públicos, Câmara de Vereadores, Assembléia Legislativa e Tribunal de Justiça. “Nossa intenção é que o governo entenda que a crise do capitalismo não é culpa dos trabalhadores e, portanto, eles não vão pagar por ela. Todos os trabalhadores - empregados ou não -, darão corpo e voz ao protesto”, explica o presidente da CUT em Sergipe, Antônio Carlos da Silva Góis. Mesmo sendo o tema central desse dia de luta o "não às demissões, pela redução dos juros, pelos investimentos públicos e em defesa dos direitos trabalhistas e sociais", as pautas locais de luta dos sindicatos e movimentos estarão presentes, a exemplo dos professores que lutam pelo piso salarial, dos médicos que estão em greve, dos agentes de saúde, dos policiais militares, dos comerciários, dos estudantes que não admitem o aumento da tarifa de ônibus, dos trabalhadores rurais sem terra, das mulheres, dos negros etc. Góis frisa ainda que o Dia Nacional de Mobilização se caracteriza como data na qual trabalhadores de todo o país darão uma resposta contundente em defesa da redução dos juros e da jornada de trabalho sem redução de salário, de investimentos na reforma agrária, na geração de empregos, bem como valorização dos salários e garantia de direitos.
A decisão pelo ato nacional aconteceu no último dia 19 , na sede da Central Única dos Trabalhadores, em São Paulo, numa reunião histórica das centrais sindicais e dos movimentos sociais. De forma unitária, 40 lideranças representantes de 19 entidades nacionais decidiram atuar coletivamente no combate à crise. Na mesma data, serão feitos atos e mobilizações em vários países das Américas, África, Ásia e Europa, denunciando a globalização neoliberal, que fomentou a desregulação dos mercados, as privatizações e a desnacionalização das economias como a responsável pela crise.
Fonte: CUT